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Em agosto de 2018, o TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 2a. Região, reconheceu vínculo empregatício entre um motorista e a Uber. “Se se tratasse de mera ferramenta eletrônica, por certo as demandadas não sugeririam o preço do serviço de transporte a ser prestado e sobre o valor sugerido estabeleceriam o percentual a si destinado”, escreveu a desembargadora Beatriz de Lima Pereira em sua decisão. “Também não condicionariam a permanência do motorista às avaliações feitas pelos usuários do serviço de transporte. Simplesmente colocariam a plataforma tecnológica à disposição dos interessados, sem qualquer interferência no resultado do transporte fornecido.” A Uber recorreu, mas a discussão e a batalha jurídica parece estar só começando.

Como trabalhadores de app se aproximam do sindicalismo: Camilo Rocha conta, no Nexo, que sindicatos estão começando a apoiar motoristas na Califórnia – e em diversas cidades brasileiras: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2019/09/08/Como-trabalhadores-de-app-se-aproximam-do-sindicalismo